Congresso derruba veto e urna eletrônica terá voto impresso

Congresso derruba veto e urna eletrônica terá voto impresso

1280px-Urna_eletrônicaPor ampla maioria, o Congresso Nacional decidiu que as urnas eletrônicas deverão imprimir também os votos. Depois de aprovarem a emenda Constitucional 182/07, deputados e senadores derrubaram na última quarta-feira, dia 18/11, o veto presidencial à medida.

Pelo calendário a medida deve ser adotada a partir de 2018, não tendo tempo suficiente para que a mudança faça parte para as eleições municipais já em 2016, 20 anos depois do início dessa disputa em que, até aqui, prevaleceu a posição do Tribunal Superior Eleitoral. O veto de Dilma Rousseff derrubado pelo Congresso se baseava no argumento do TSE de que o voto impresso custará R$ 1,8 bilhão.

“Desta vez parece que será para valer. O voto impresso está na Constituição. Seria uma desfaçatez uma nova suspensão disso”, diz a advogada Maria Aparecida Cortiz, do Conselho Multidisciplinar Independente (CMind), uma ONG de militantes por maior transparência e, principalmente, a possibilidade de que as eleições sejam auditadas.

Desde 1998 o Parlamento tenta reinserir a impressão dos votos nas urnas eletrônicas. Mas a oposição do TSE à medida prevaleceu independentemente da cor partidária dos governantes. A última tentativa foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal, em decisão do fim de 2013, a partir do voto da ministra Carmen Lúcia, então também presidente do TSE.

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Proposta para imprimir votos da urna eletrônica é vetada

Proposta para imprimir votos da urna eletrônica é vetada

UrnaAs urnas brasileiras não imprimem o voto de cada eleitor, mesmo sabendo que isso poderia melhorar a fiscalização e auditorias durante as eleições. Este ano, a Câmara e o Senado aprovaram uma emenda constitucional que tornaria isso obrigatório, conforme este link, porém, a medida foi vetada. A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei da Reforma Eleitoral (13.165/2015) vetando algumas propostas – uma delas é a obrigatoriedade de impressão dos votos da urna eletrônica.

Caso aprovada a proposta, o voto continuaria a ser feito pela urna eletrônica, mas seria impresso um recibo que ficaria em uma urna física lacrada – o eleitor não levaria um comprovante para casa, nem mesmo teria acesso ao papel impresso, evitando assim a compra de voto.

Com isso, a Justiça Eleitoral poderia comparar os votos da urna eletrônica e da urna física, em caso de suspeita de fraude, para identificar diferenças entre ambas. Seria muito mais difícil corromper dois meios de votação – impresso e eletrônico – do que um só.

Os ministérios do Planejamento e da Justiça se opuseram à medida, dizendo que o custo seria alto demais: “a medida geraria um impacto aproximado de R$ 1,8 bilhão entre o investimento necessário para a aquisição de equipamentos e as despesas de custeio das eleições”.

Estima-se que seria necessário imprimir cerca de 220 milhões de comprovantes, levando-se em conta os dois turnos de uma eleição presidencial.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também se opôs, e vem afirmando ao longo dos anos que a urna eletrônica é 100% segura. Isso é questionado por diversos especialistas em segurança.

Questões de segurança

Urnas eletrônicas podem ser suscetíveis a fraudes, seja no software ou na rede que transmite os resultados de cada zona eleitoral. Sem comprovantes de papel, não é possível fazer uma verificação ou recontagem independente.

Existem três tipos de urna eletrônica:

  • primeira geração: usado no Brasil, ele desmaterializa o voto e o grava em meio digital eletrônico, tornando-o passível de fraude;
  • segunda geração: a urna imprime o voto, que fica na seção eleitoral (guardado sob sigilo) e permite uma recontagem caso seja necessário;
  • terceira geração: usa o sistema Scantegrity para que o voto seja escaneado e criptografado, e assim permite que o próprio eleitor acompanhe a apuração do seu voto.

Veja mais informações através do link.

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Proposta para imprimir votos da urna eletrônica é vetada

Proposta para imprimir votos da urna eletrônica é vetada

UrnaAs urnas brasileiras não imprimem o voto de cada eleitor, mesmo sabendo que isso poderia melhorar a fiscalização e auditorias durante as eleições. Este ano, a Câmara e o Senado aprovaram uma emenda constitucional que tornaria isso obrigatório, conforme este link, porém, a medida foi vetada. A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei da Reforma Eleitoral (13.165/2015) vetando algumas propostas – uma delas é a obrigatoriedade de impressão dos votos da urna eletrônica.

Caso aprovada a proposta, o voto continuaria a ser feito pela urna eletrônica, mas seria impresso um recibo que ficaria em uma urna física lacrada – o eleitor não levaria um comprovante para casa, nem mesmo teria acesso ao papel impresso, evitando assim a compra de voto.

Com isso, a Justiça Eleitoral poderia comparar os votos da urna eletrônica e da urna física, em caso de suspeita de fraude, para identificar diferenças entre ambas. Seria muito mais difícil corromper dois meios de votação – impresso e eletrônico – do que um só.

Os ministérios do Planejamento e da Justiça se opuseram à medida, dizendo que o custo seria alto demais: “a medida geraria um impacto aproximado de R$ 1,8 bilhão entre o investimento necessário para a aquisição de equipamentos e as despesas de custeio das eleições”.

Estima-se que seria necessário imprimir cerca de 220 milhões de comprovantes, levando-se em conta os dois turnos de uma eleição presidencial.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também se opôs, e vem afirmando ao longo dos anos que a urna eletrônica é 100% segura. Isso é questionado por diversos especialistas em segurança.

Questões de segurança

Urnas eletrônicas podem ser suscetíveis a fraudes, seja no software ou na rede que transmite os resultados de cada zona eleitoral. Sem comprovantes de papel, não é possível fazer uma verificação ou recontagem independente.

Existem três tipos de urna eletrônica:

  • primeira geração: usado no Brasil, ele desmaterializa o voto e o grava em meio digital eletrônico, tornando-o passível de fraude;
  • segunda geração: a urna imprime o voto, que fica na seção eleitoral (guardado sob sigilo) e permite uma recontagem caso seja necessário;
  • terceira geração: usa o sistema Scantegrity para que o voto seja escaneado e criptografado, e assim permite que o próprio eleitor acompanhe a apuração do seu voto.

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Sistema de Automação Residencial (parte 2)

Segunda etapa do sistema de automação residencial de baixo custo utilizando o arduino e o ethernet shield.

Conforme mostrado no vídeo o protótipo é capaz de controlar 3 lampadas, portão eletrônico (adaptando o transmissor posteriormente) e um stepper motor que será responsável por trancar e destrancar uma porta.

As funcionalidades poderão ser controladas através de uma página web hospedada no próprio arduino.

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No próximo post a ultima etapa do projeto e seu código fonte serão apresentados.

 

 

Arduino: Automação Residencial

O vídeo apresentado nesse post é a primeira etapa do projeto “Automação Residencial de Baixo Custo”.

Nesta primeira etapa apenas foram feitas as conexões entre os botões relês e o servo motor.

 

O código será postado em alguns dias.

Construindo um Robô Controlado via Rede

Um projeto muito interessante foi disponibilizado aos usuários da rede social Laboratório de Garagem. Nele o “Garagista” Marcelo Rodrigues apresenta um tutorial de como desenvolver um robô controlado por Wi-Fi, antes de apresentar o projeto vamos conhecer a iniciativa do Laboratório de Garagem:

“O Laboratório de Garagem é uma iniciativa voltada para a integração, colaboração e apoio aos desenvolvedores independentes de ciência e tecnologia, ou como gostamos de ser chamados: garagistas.

Somos uma rede social, um laboratório comunitário localizado em São Paulo, uma incubadora, uma loja virtual e um grupo de pessoas que acreditam que a próxima revolução pode (e vai) sair de uma garagem, ainda mais se ela estiver conectada a muitas outras garagens.”

Fonte: LabDeGaragem

Esse é um robô com 3 rodas feito com motores DC e controlado pelo Arduino com Shield Ethernet. As duas rodas da frente possuem tração, cada uma está ligada a um motor DC, a de trás gira e vira livremente.

Se os dois motores girarem para frente, o robô anda para frente, se o motor da direita gira para frente e o motor da esquerda gira para trás, o robô vira para a esquerda, e vice-versa para virar para a direita.

O robô é comandado por uma página HTML que ele mesmo gera trabalhando como webserver. Ou seja, você acessa o endereço IP configurado no programa feito para o Arduino e abre a página HTML que ele gera. Ela contém 3 botões: “esquerda”, “frente” e “direita”.

Quando se aperta um botão, o formulário da página HTML envia os dados via ethernet para o arduino+shield que interpreta e manda sinais para uma placa controladora. Essa placa foi feita com transistores operando como chave e relês de dois pólos e dois terminais, que invertem a polaridade dos motores conforme a direção que se pretende que eles girem.

Acesse o tutorial completo clicando aqui!

Para mais notícias, clique em “Siga @jcldf” no menu ao lado ===>

Arduino: Melhores Projetos

Como mencionado em artigos anteriores desse blog, o Arduino é uma plataforma de programação de código aberto que permite controlar facilmente eletrônicos conectados ao seu microcontrolador. Algum tempo o site Hack n Mod organizou uma lista dos melhores projetos desenvolvidos com o Arduino, segue a lista e alguns vídeos dos projetos em funcionamento:

  1. Make a Simple Wall Avoiding Robot
  2. Basic LED CubeLearn to Make LED Cubes
  3. How To Smell Pollutants
  4. XBee Wireless Accelerometer
  5. Breathalyzer Microphone
  6. Control Servo Motors with the Wii Mote Joystick
  7. Lo-fi Arduino Guitar Pedal
  8. Positional Memory with a Servo
  9. Miniature Pocket Piano
  10. Dirt Simple POV LED Display veja também Wireless POV
  1. How to Build a Self Balancing Segway-like Robot
  2. Website Visitor BlinkerChristmas Bell
  3. Turn Signal Biking Jacket
  4. DIY Musical Keytar
  5. Tweet-a-Watt Wireless Electricity Monitor
  6. RC Car Controlled Via the Web
  7. DIY Gaming with a 3D Controller
  8. SanguinoArduino with extra I/O pins
  9. Rocker Scale Measures how Hard You Rock
  10. Hack a NES Controller into a Security Keypad
  1. Interfacing with Maya and 3d Studio Max
  2. Web Based Servo Control
  3. How To Make A Daft Punk Helmet – (see also DIY Daft Punk Suits)
  4. Automatic Head Tracking with Arduino
  5. Pong with the Arduino
  6. Interactive gaming controller
  7. Marble Labrynth controlled using the WiiFit
  8. Connect the the web: Ethernet Shield
  9. Physical Gmail LED NotifiersRSS Notifier
  10. Robot that Reads and Speaks RSS Feeds
  1. Botanicalls Twittering Plants
  2. Wiimote Controlled Espresso Machine
  3. How to: High Speed Photography using the Arduino
  4. Controlling an RC Car with iPhone and WiiAnother version
  5. Etch-a-Sketch Clock
  6. Open source Game Boy
  7. Electronics Filled, Arduino Powered Room
  8. How-To: Make an RGB combination door lock
  9. Make a UAV Spyplane Using the Arduino
  10. Fantastic Arduino Laser Harp