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Vacuum tubes have been around for ages, and for better or worse, they have their advocates for use in amplifiers and preamps. However, tubes are simply inconvenient devices. Even a 12AX7 preamp tube is huge relative to a handful of transistors, tubes require weird voltages, and each and every one of them is a through-hole device that doesn’t lend itself to machine assembly.

This changed recently with the introduction a strange new tube from Japan. Noritake and Korg recently introduced a triode that uses the same packaging as VFD displays. The Korg Nutube is a vacuum tube that operates at lower voltages, is smaller than the usual preamp tubes, and still has the vacuum tube sound.

For his Hackaday Prize entry, [Kodera] is building a headphone amp with this new tube. Is a tube-based headphone amp particularly novel? No. But this is the first we’ve seen anyone playing around with this new, interesting piece of technology.

The requirements for this Nutube are simple enough, and the minimum anode voltage of this tube is just 8 V. [Kodera]’s circuit is running the tube at 12 V, and the only other circuitry in this preamp are a few coupling caps and an op-amp just before the power stage.

[Kodera] has crammed this circuit into a proper amplifier using a 2 x 15 W class-D chip from TI. It’s really a phenomenally simple circuit that’s also remarkably tiny. These kits are actually available on Tindie. Time will tell if the Nutube is picked up by some big-time manufacturers, but we’re happy to see someone is playing around with the latest advances in tube amp technology.

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Case FEMA: Certificados Digitais em Instituições de Ensino | CRYPTOID

Case FEMA: Certificados Digitais em Instituições de Ensino Regina Tupinambá

Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) utiliza Certificado Digital para documentos da secretaria acadêmica

A busca por uma tecnologia que agilizasse o processo de emissão e entrega do certificado de conclusão de curso, histórico escolar, entre outros documentos e que, ao mesmo tempo, fosse sustentável, fez o Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis (IMESA), unidade de Ensino da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), migrar da assinatura manuscrita para a digital.

Com a mudança, os signatários substituíram a caneta e o papel e, agora, assinam com os seus Certificados Digitais Certisign no Portal de Assinaturas.

“Os arquivos são inseridos na plataforma e em poucos cliques os documentos são formalizados”, explica Leonilda Varela, da Supervisão Acadêmica da FEMA.

Leonilda comenta que, desde que o IMESA/FEMA começou a utilizar o Portal de Assinaturas Certisign, os processos ganharam agilidade e se tornaram sustentáveis.

“Entregamos os documentos com muito mais rapidez aos alunos e sem o uso do papel. O tempo dos profissionais envolvidos nos processos de assinatura também foi otimizado, pois com poucos cliques eles podem assinar lotes de documentos, com total validade jurídica”. De acordo com Leonilda, mais de mil folhas deixaram de ser impressas mensalmente.

Além dessas vantagens, a redução de custos, devido a eliminação da necessidade de compra, impressão, manuseio e armazenamento de papel, também se destaca.

“Muitos alunos se formavam ou solicitavam o histórico escolar e depois não o retiravam. Isso gerava uma grande quantidade de arquivo e gastos com suprimentos. Agora, a cada solicitação, enviamos por e-mail e, assim, economizamos recursos naturais, otimizamos o tempo dos signatários e poupamos espaço físico para armazenamento”.

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What’s tiny and on track to be worth $22 billion dollars by 2018? MEMS (Micro Electrical Mechanical Systems). That’s a catch-all phrase for microscopic devices that have moving parts. Usually, the component sizes range from 0.1 mm to 0.001 mm, which is tiny, indeed. There are some researchers working with even smaller components, sometimes referenced as NEMS (Nano Electrical Mechanical Systems).

Resonant Cantilever by [Pcflet01], CC BY-SA 3.0MEMS have a wide range of applications including ink jet printers, accelerometers, gyroscopes, microphones, pressure sensors, displays, and more. Many of the sensors in a typical cell phone would not be possible without MEMS. There are many ways that MEMS devices are built, but just to get a flavor, consider the cantilever (see right), one of the most common MEMS constructions.

Cantilever

In mechanical engineering, a cantilever is a rigid structure, often a beam or a plate, anchored at one end to a support. Any load applied to the cantilever transmits to the support. This is often used when building bridges, for example.

Cantilever Cross Section by [Vcaeken], CC BY-SA 3.0MEMS devices widely use cantilevers at the microscopic level. These can act as transducers for atomic force microscopes, or as resonant elements in filters and resonators. Cantilevers can also act as accelerometers. On the right, you can see a microscopic cantilever vibrating in resonance.

It is relatively straightforward to detect acceleration using a cantilever. First, you attach a microscopic proof mass to the end. Acceleration will cause that mass to move, thus stressing the cantilever. By measuring the stress on the support, you can determine the amount of acceleration force on the cantilever. By positioning cantilevers on different axes, you can read acceleration in each direction.

History

While the term itself dates back to 1986, the idea is much older. In 1959, for example, Richard Feynman lectured about the possibility of such devices. However, practical construction using semiconductor manufacturing techniques made the devices theoretical for a long time.

Even so, Feynman’s lecture anticipated a few key points to MEMS and even created two challenges. One was to construct a tiny motor, and was completed using conventional tools in 1960. The other challenge had to wait until 1985 when a graduate student reduced a passage of text to be 25,000 times smaller.

Unfortunately, Feynman was ahead of his time, and building a tiny motor conventionally didn’t really advance the state of the art. One of Feynman’s key points that you could make a set of remote manipulators at, say, quarter-scale. Then you could use those manipulators to build another set at 1/16th scale and keep repeating the process. Feynman knew that you’d eventually have to change how the manipulators work because materials behave differently at scale and forces that act on things get funny as the scale goes down, too.

Future

Of course, the cantilever is just one possible device. There are MEMS temperature sensors, magnetic field sensors, radiation sensors, and more. There are microscopic motors that electrostatic force instead of electromagnetic, micro gas valves, and optical switches.

Because the MEMS devices use semiconductor fabrication techniques, it is inviting to integrate them with conventional circuits. We are already starting to see microcontrollers with MEMS devices onboard and we expect to see that trend continue.

By the way, we covered a video done by [Engineer Guy] on this topic awhile back. You can watch it, below.

Banner image via Stanford’s QCN quake-detecting network.

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Gastão Ramos cria o Comitê de Governança, Riscos, Controles e de Governança Digital do ITI

Gastão Ramos cria o Comitê de Governança, Riscos, Controles e de Governança Digital do ITI Regina Tupinambá

O diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, Gastão Ramos, instituiu o Comitê de Governança, Riscos, Controles e de Governança Digital – CGRC-GD, no âmbito do Instituto.

A novidade foi publicada nesta sexta-feira, 23 de junho, na Portaria nº 33, no Diário Oficial da União – DOU.

A criação do Comitê é prevista na Instrução Normativa Conjunta nº 1, de 2016, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Controladoria-Geral da União.

O artigo nº 23, do referido documento, afirma que os órgãos e entidades do Poder Executivo federal deverão instituir, pelos seus dirigentes máximos, o Comitê de Governança, Riscos e Controles, que deverá ser composto pelo dirigente máximo e pelos dirigentes das unidades a ele diretamente subordinada

Entre as competências do Comitê estão:

1- Institucionalizar estruturas adequadas de governança,

2 – Gestão de riscos e controles internos,

3 – Promover o desenvolvimento contínuo dos agentes públicos e incentivar a adoção de boas práticas de governança de gestão de riscos e de controles internos,

4 – Garantir a aderência às regulamentações, leis, códigos, normas e padrões, com vistas à condução das políticas e à prestação de serviços de interesse público,

5 – Emitir recomendação para o aprimoramento da governança, da gestão de riscos e dos controles internos,

6 – Monitorar as recomendações e orientações deliberadas pelo Comitê, entre outras.

O CGRC-GD do ITI será presidido pelo diretor-presidente do Instituto, Gastão Ramos, e terá como integrantes o diretor da Diretoria de Infraestrutura de Chaves Públicas – DINFRA, Waldeck Araujo Jr., que também atuará como representante de Tecnologia da Informação – TI, e o diretor da Diretoria de Auditoria, Fiscalização e Normalização – DAFN, Rafaelo Abritta.

Fonte: ITI

PORTARIA No – 33, DE 20 DE JUNHO DE 2017

Institui o Comitê de Governança, Riscos, Controles e de Governança Digital – CGRC-GD, no âmbito do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI.

O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTARQUIA FEDERAL, VINCULADA À CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 9°, inc. VI, do Decreto n° 8.895, de 9 de fevereiro de 2017, e tendo em vista o disposto no art. 23 da Instrução Normativa Conjunta n° 1, de 10 de maio de 2016, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Controladoria-Geral da União, no art. 9°, do Decreto n° 8.638, de 15 de janeiro de 2016, resolve

Art. 1° – Fica instituído o Comitê de Governança, Riscos, Controles e Governança Digital- CGRC-GD no âmbito do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI.

Art. 2° – O CGRC-GD será composto pelos seguintes membros: I – Diretor – Presidente do ITI, que presidirá; II – Diretor da Diretoria de Infraestrutura de Chaves Públicas – ICP – Brasil – DINFRA, que atuará também como representante de TI; e III – Diretor da Diretoria de Auditoria, Fiscalização e Normalização – DAFN.

§ 1° Os titulares dos cargos de que trata o caput, serão substituídos em seus afastamentos, em outros impedimentos legais e regulamentares e na vacância do cargo, pelos seus respectivos substitutos legais, exceto o Diretor-Presidente do ITI que designará substituto específico para os fins desta Portaria.

§ 2° Compete ao Servidor especificamente nomeado para as atividades de auditoria prestar apoio ao CGRC-GD.

Art. 3° – O CGRC-GD, além das competências que lhe são próprias, descritas no Regimento Interno e na legislação aplicável, o CGRC-GD, terá competência para deliberar acerca de assuntos relacionados à Governança Digital, bem como acerca das demais matérias de competência do Comitê de Governança Digital – CGD, tendo em vista se tratarem de estruturas equivalentes, nos termos do art. 9°, do Decreto n° 8.638 de 2016.

Art. 4º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º – Revoga-se a Portaria n° 10, de março de 2017

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