CeBIT 2017 mostra segurança depois de Snowden – A criptografia parece estar funcionando | CRYPTOID

CeBIT 2017 mostra segurança depois de Snowden – A criptografia parece estar funcionando Regina Tupinambá

Global Event for Digital Business – CeBIT

Quatro anos depois de suas revelações sobre vigilância na internet, Edward Snowden ainda domina as manchetes de segurança cibernética na Alemanha

Redação CIO, com IDG News Service

E lá se vão já quase quatro anos desde que Edward Snowden divulgou documentos da Agência Nacional de Segurança dos EUA revelando a extensão da vigilância da organização sobre o tráfego global da Internet. Mas ele ainda ocupa as manchetes na Alemanha.

Este ano, a expsoição Cebit, em Hanôver, ele estará comentando esses período em entrevista ao vivo de vídeo, de Moscou, na noite desta terça-feira, 21/3. Interessados poderão endereçar perguntas para Snowden, dsde já, pelas nas contas da Cebit no Twitter e no Facebook usando a hashtag #AskSnowdenCeBIT.

Houve um monte de mudanças na internet nesses quatro anos, mas um dos maiores é o crescimento do uso da criptografia.

Em 2013, a NSA tinha livre acesso e poderia ouvir quase qualquer comunicação que quisesse. Agora, é comum criptografar o tráfego para serviços de webmail e até mesmo sites populares, como Microsoft.com ou Google.com, usando o protocolo https. E você não precisa ser um inimigo do estado para usar um sistema de mensagens criptografadas de ponta a ponta, como o WhatsApp, simplesmente para conversar com amigos ou colegas de trabalho.

A criptografia parece estar funcionando. Arquivos vazados da Agência Central de Inteligência dos EUA, publicados este mês pelo Wikileaks, não mostram sinais óbvios de que sistemas de criptografia fundamentais tenham sido quebrados. Em vez disso, o foco da agência parece ser a infecção de smartphones e outros dispositivos terminais para que ele possa acessar os dados das comunicações antes de serem criptografia, ou após a descriptografia.

Manter visitantes indesejados – de qualquer nacionalidade – longe de seus dados é, portanto, fundamental, e alguns dos expositores no Cebit têm maneiras de ajudá-lo a fazer exatamente isso.

A Secusmart, subsidiária da BlackBerry, que protege o smartphone da chanceler alemã Angela Merkel, está mostrando uma nova versão do seu software de segurança SecuSuite, compatível com a plataforma Knox, da Samsung Electronics. Isso significa que as organizações que procuram smartphones que ofereçam segurança de nível governamental em breve poderão comprar um Samsung Galaxy S7 ou S8 em vez dos descontinuados smartphones BlackBerry, como o que Merkel usa. Além de criptografar comunicações e dados armazenados no dispositivo, o SecuSuite para o Knox também protege as chamadas de voz usando o padrão SNS definido pelo Federal Office for Information Security (BSI), da Alemanha.

Às vezes, optamos por deixar dados escaparem de nossas redes. Os assistentes digitais em nossos smartphones e em aparelhos como o Amazon Echo ou o Google Home gravam muito do que dizemos e fazemos e enviam para os serviços de nuvem de seus criadores para processamento. Os advogados da Amazon têm lutado recentemente para manter essa informação de seus clientes em segredo, mas se você não quiser confiar em um veredicto de tribunal para sua privacidade, você pode preferir um assistente de voz local, rodando em um ambiente controlado, para fazer todo o seu processamento em casa. A Semvox desenvolveu um sistema de interação de fala inteligente, o ODP S3, que opera localmente ou na nuvem. Segundo a empresa, ele é adequado para aplicações automotivas, industriais, smart home, dispositivos médicos e robótica, entre outros.

A melhor prática, nestes dias, é criptografar todos os seus dados em repouso, algo que muitos sistemas operacionais irão fazer por você. mas e se você ainda estiver usando um dispositivo mais antigo, e precisar descartá-lo com segurança? Se você tiver somente alguns discos rígidos nesses PCs, você pode apenas perfurá-los. Mas se você estiver desativando centenas de discos, você pode querer automatizar as coisas com o destruidor de discos rígidos HDS230, da HSM.

Se você criptografar seus dados, precisará se lembrar da senha. Mas se você precisa compartilhar o acesso a esses dados, o que faz então? Lembrar senhas – e lembrar quem na empresa deve ter acesso a eles – é o trabalho do Mateso. O software pode fornecer acesso temporário e controlado às senhas, registrando quem as usou e quando. E até destruir o dado, caso você esqueça a seja, ou queira se livrar dos dados.

IoT e IA

Outros assuntos em destaque na Cebit este ano são Biga Data e Analytics, Inteligência Artificial, e como não poderia deixar de ser, Internet das Coisas.

Entre os alemães, ninguém é mais proficiente em explicar a Inteligência Artificial que o professor Wolfgang Wahlster: “A AI acelera a Industrie 4.0 e é o motorista dos sistemas autônomos, bem como o próximo passo na digitalização de serviços”, resum o diretor e CEO do Centro Alemão de Pesquisa de Inteligência Artificial (DFKI).

“As atuais limitações à digitalização estão sendo superadas através de uma combinação de inovação, algoritmos para aprendizado de máquina e processamento baseado no conhecimento “, diz ele.

Segundo Wahlster, a AI tem sido uma parte da vida cotidiana já há algum tempo. “Se usamos assistentes inteligentes conversando com eles para encontrar um restaurante nas proximidades, como já fazemos com a Siri ou a Cortana, ou o Google Translate para traduzir um site coreano para o alemão, estamos usando IA da mesma forma que a usamos para ativar a função de piloto automático em nossos carros, ou confundir uma tentativa fraudulenta de usar nossos cartões de crédito. A IA trabalha nos bastidores “, diz Wahlster.

A DFKI tornou a Alemanha a sede do maior centro de pesquisa de inteligência artificial do mundo. De acordo com seu diretor, isso dá ao país uma vantagem competitiva. “Usando a tecnologia de ponta baseada em IA na Industrie 4.0 e serviços digitalizados, vamos efetivamente garantir a prosperidade e o crescimento na Alemanha, integrando IA nas principais exportações da nossa economia – de colheitadeiras a máquinas para lava-louças”, explica Wolfgang Wahlster. Usando a automatização baseada em IA para processos em bancos, companhias de seguros, administração governamental e varejo, a Alemanha será capaz de fornecer serviços mais eficientes e menos dispendiosos.

Na CeBIT 2017, uma ampla gama de novas aplicações de IA poderão ser encontradas em vários salões. No Research & Innovation (Hall 6), por exemplo, dois centros de excelência interdisciplinares da DFKI serão apresentados. No Stand B48, o Centro de Competência de Deep learning, que combina as áreas de análise de texto, imagem, vídeo e mídia social; e o Wearable AI Competence Center com as últimas tendências em tecnologias wearable. A agricultura inteligente também é abordada aqui: Um app dá aos agricultores uma visão geral do estado de saúde de suas vacas leiteiras e serviços inteligentes aumentam a viabilidade econômica ea rastreabilidade do cultivo da terra.

Já no stand A no Hall 6, a DFKI e a BMBF demonstram a colaboração humano-robô (HRC) pode ser experimentada em uma exposição de manufatura que usa tecnologias de Realidade Aumentada. Na demonstração, uma interface homem-máquina intuitiva mostra como pode ser usada na produção industrial, montagem e logística. O display especial da acatech Connected Autonomous Systems, no Halle 12, também aborda HRC. Os visitantes irão aprender como seres humanos e máquinas podem trabalhar juntos e interagir com segurança no mesmo espaço. No contexto da Industrie 4.0, os visitantes também podem ver como a tecnologia virtual (VT) pode auxiliar no gerenciamento de mudanças de engenharia e como uma nova plataforma de serviços pode melhorar inteligentemente as instalações. Além disso, um demonstrador LEGO ilustra como conceitos de mineração de processos podem suportar programação de produção usando análises em tempo real.

IA também na segurança
As botnets são um problema crescente em todo o mundo, mas a Ostfalia University of Applied Sciences criou uma possível solução para combater o contágio de botnets em computadores corporativos. A universidade está apresentando na Cebit o seu projeto “Bot-Watch”. O projeto apresenta métricas que podem ser usadas para avaliar recursos na empresa com base em dados de DNS. As técnicas de aprendizagem mecânica podem então ser aplicadas para calcular indicadores de risco de infecções por botnet.

Confira outras atrações no site da exposição.

Fonte: CIO

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