Programação para Smartphones e Tablets

O mercado de dispositivos móveis vem se popularizando nos últimos anos, cada vez mais, tablets e smartphones estão se tornando objeto de desejo dos brasileiros.  Segundo pesquisas recentes, a venda de smartphones no brasil cresceu 279% no ultimo ano.

Em 2009 cerca de 19 milhões de pessoas no mundo aderiram aos tablets, já no Brasil o consumo deste tipo de tecnologia chegou a 100 mil unidades vendidas em 2010, com previsão de venda de 300 mil dispositivos em 2011.

Alguns dos fatores essenciais para o consumo desses equipamentos reflete a mudança da maneira com que os usuários desfrutam da informação. Através de videos, fotos, artigos e redes sociais a tarefa de se informar dos acontecimentos recentes se torna muito prática e divertida.

Com o crescimento do mercado de dispositivos móveis um novo segmento se tornar indispensável, o poderoso hardware ostentado pelos aparelhos não se faz nem um pouco útil sem um sistema operacional conciso e uma grande gama de aplicativos.

Pensando como usuário final, de nada adianta possuir um aparelho poderoso se não houver aplicativos capazes de aproveitar todo o seu desempenho. Logo o mercado de desenvolvimento para dispositivos moveis vem crescendo exponencialmente, alimentado pelo aquecimento no mercado de tecnologia.

Um mercado com grande demanda e pouquíssimos profissionais capacitados oferece aos aventureiros oportunidades bem vantajosas, como grandes salários e a oportunidade de trabalhar em casa.

Nunca foi tao simples desenvolver e vender aplicativos. Os grandes nomes do mercado como a Apple e o Google possuem lojas virtuais onde os desenvolvedores podem se cadastrar e submeter seus aplicativos.

Pode-se lucrar de várias maneiras!

Segundo o Olhar Digital, o problema é que, especificamente no Brasil, essa expansão do mercado de aplicativos móveis enfrenta um desafio grande: a falta de profissionais capacitados a desenvolver esse tipo de solução.

“No caso do Brasil, já chegamos até a importar profissionais de fora. Importar desenvolvimento de aplicações dos EUA, Índia e, por incrível que pareça, até da China. Então essa falta de profissional aqui no mercado brasileiro pode estar travando ainda mais esse crescimento”, explica Danilo Altheman, diretor da Quaddro.

Outra saída encontrada pelas empresas para essa falta de sincronia entre oferta e demanda de profissionais especializados é procurar quem tenha algum conhecimento em programação e desenvolvimento de sistemas e treiná-los internamente.

Uma vez que sobram vagas no mercado, após a formação, o emprego é praticamente garantido. Mais do que isso, a remuneração é bastante atraente; os salários variam de R$180 a R$220 por hora trabalhada.

Danilo explica que “é uma área que estamos perdendo tempo e muito dinheiro. A ideia é conseguir focar e transformar esse país, que também é muito bem conhecido na área de desenvolvimento, mas transformá-lo em uma país de desenvolvedor de aplicações para dispositivos móveis”.

Fonte: Olhar Digital

Freak Hardware: Raspberry Pi – Pc de US$ 25

Com a incrível evolução tecnológica da ultima década, bens de consumo extremamente valiosos foram se popularizando e baixando seus preços para atender a demanda e especulação do mercado.

Desktops, notebooks e celulares são o sonho de consumo de grande parte dos brasileiro hoje, apesar do processo de popularização desses aparelhos, muitos ainda exercem um preço proibitivo para grande parte da população, impedindo que a tão sonhada inclusão digital alcance plenitude no Brasil.

Vamos então fazer uma aproximação de preços, digamos que um desktop hoje sem monitor e com configuração básica chegue ao mercado por cerca de 500 reais. E se a tecnologia nos permitisse desenvolver um desktop completamente funcional com 10% desse valor?

Este é o Raspberry Pi um computador que será vendido por 25 dólares  (aproximadamente 50 reais) por unidade.

O Rasperry Pi, que surpreendeu o universo da tecnologia graças a seu preço ultra-baixo de US$ 25, será disponibilizado para vendas iniciais neste Natal de 2011. Foi o que disse o co-desenvolvedor do projeto, o britânico David Brabenao site GigaOM. Segundo o especialista, cerca de 10 mil unidades serão disponibilizadas para desenvolvedores até o final do ano, para que eles possam tirar proveito da natureza open source da máquina para criar softwares.

Braben ainda diz que o PC está quase pronto. O GigaOM informa algumas especificações técnicas, como o formato final do dispositivo: ele tem o tamanho aproximado de um cartão de visitas, contendo diversas entradas onde você poderá plugar monitor ou TV, teclado, mouse, roteadores USB e diversos outros dispositivos de encaixe simplificado que já estão no mercado. Usando a arquitetura ARM, o Pi pode, hoje, rodar algumas distribuições Linux e softwares ultra-leves.

A possível configuração gira em torno de um CPU ARM 11 a 700 MHz, 256MB RAM, 2 portas USB, um leitor de cartões SDHC, uma porta Ethernet, saída analógica e digital de áudio e vídeo.

Fonte: Olhar Digital, Revolução Digital e Raspberry Pi Foundation